Bem Vindos - Welcome - Bienvenido - Benvenuto - Bienvenue - Willkommen

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Não esperem desta pobre mortal "desconstruções" ou "comidas moleculares". Esperem uma boa prosa, bons "causos" e umas comidinhas saídas do fundo do coração. Sinta-se em casa e divirta-se! Estou aqui para você e por você!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Looonnnngo e tenebroso inverno… Verão!

 

Queridos amigos amantes do garfo,

Espero que possam me perdoar pela ausência… Problemas com a modernidade! O computador pelo qual posto minhas “bobagens” para vocês resolveu dar um grito de liberdade e apagou geral! Resultado? Ficou um mês no conserto trocando peças e fazendo backup…

E meu coração apertado por não estar perto de vocês, pensando que deviam estar achando que eu os havia abandonado! Até que tentei usar o outro PC, um netbook, para mandar sinais de fumaça… mas nem isso! O danado veio com teclado em inglês, programa em português e os dois não se entendem de jeito nenhum!

Enfim, cá estou eu de volta à terrinha virtual para contar minhas últimas peripécias!

Espero que todos tenham passado um lindo Natal e um Reveillon cheio de alegrias!

No Natal resolvi ousar e fazer algo que nunca tinha, fora do Senac: um lombo recheado.

Algumas coisas não saíram muito como eu queria…

Pra começar escolhi mal a peça de lombo… devia ter comprado uma curta e grossa (não mal educada, não me entendam mal!), mas acabei por comprar uma comprida e fina (ai ai ai ai ai esse negócio não tá bom pro meu lado…).

Ao abrir a peça em manta, para rechear, vi que teria dificuldades em recheá-lo pela largura, então usei o comprimento.

Temperei com sal temperado, vinho branco, mirepoix (cebola, cenoura, alho, louro e grãos de pimenta), e alecrim.

Usei como recheio bacon em fatias, que fui colocando uma ao lado da outra, e sobrepondo, fatias de figo fresco com nozes picadas. Depois enrolei bem apertado e amarrei com plástico filme (isso mesmo! não tenho barbante culinário! e o filme o substitui bem).

Deixei na geladeira, dentro de um saco plástico para marinar. No dia seguinte coloquei pra assar em forno médio, previamente aquecido e tampei a assadeira com papel alumínio, durante 1 hora. Depois retirei o alumínio, coloquei alguns pedaços de manteiga por cima de deixei dourar por uns 30 minutos.

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Á parte fiz um molho com o caldo do cozimento, passado pela peneira, com mel e mostarda.

Minhas impressões?

A combinação ficou boa, mas da próxima vez vou experimentar colocar o figo seco no lugar do fresco e deixar menos tempo no forno.

Beijos saudosos a todos vocês!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Jantar, improvisado, de comemoração!

Oi minha gente amiga do garfo!

Tudo bem por aí do outro lado da tela?

Hoje minha homenagem é pra marido! Marido, depois de muito esforço, dedicação, estudo e queima de pestana, passou na prova de Angiologia que ele tanto esperava!

Vocês acham que ser médico é fácil? “Dijeitninhum”! É uma maratona de trabalho e estudo sem fim! Deus conserve aqueles que tem, verdadeiramente, amor à profissão (como marido), e, tenha pena daqueles que usam dela como comércio!

Assim, como o resultado saiu ontem, resolvi fazer uma surpresinha para ele quando chegasse do trabalho (às 11 da noite!).

Olhei bem pra minha querida MABONA (geladeira da MABE), e resolvi inventar um risoto do tipo: o que temos…

Fiz um risoto de alho-poró, açafrão e pimenta rosa!

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Usei:

1 1/2 xícaras de chá de arroz carnaroli

2 colheres de sopa de azeite

200ml de vinho branco (usei o sauvignon blanc da Vinha Mar)

1 1/2 litros de caldo de legumes

1/2 cebola branca repicada

11/2 talo de alho-poró cortado em rodelas finas

1 colher de café de açafrão em pó

1 colher de sobremesa de pepper rose (pimenta rosa)

150g de parmesão ralado

1 colher de sopa de manteiga

Fazendo:

Refoguei a cebola no azeite até ficar macia. Acrescentei o arroz e deixei incorporar. Coloquei o alho-poró e refoguei mais um pouco. Coloquei o vinho e deixei reduzir para evaporar o álcool, sempre mexendo bem. Aí foi só acrescentar o caldo de legumes, aos poucos, sempre mexendo bem para incorporar tudo, liberar o amido do arroz e absorver os sabores. Um pouco antes de ficar pronto, adicionei o açafrão e a pimenta rosa. O ponto do risoto, é al dente, e o truque que aprendi no Senac de São Paulo, é apertar um baguinho de arroz entre o dedo indicador e o dedão, ao soltar os dedos o arroz espremido tem que ter formado 3 pontinhos mais claros. Feito isso, desliguei o fogo, acrescentei o queijo parmesão ralado e a manteiga, incorporei-os ao arroz e tampei a panela por uns 2 minutos. Depois é só servir!

Acho que agradei porque marido pediu que eu publicasse essa foto pra mostrar pra vocês:

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Bom, parabéns a marido pela linda conquista e a todos os doutores verdadeiramente doutores!

Beijos saudáveis a todos!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

From my home to hers!

Olá meus queridos amigos comensais!

Vocês estão fazendo muitas coisas gostosas? Bem que podiam dividir comigo, né?

A cozinha, e a comida, foram feitas para dividir, para somar, gente!

E por falar em somar…

Tem uma pessoa, a Cris, que tem um blog que eu adoro! O From our home to yours! Os dois, a Cris e o blog, são super gracinhas, adoráveis! Sempre que posso dou uma passada lá pra ver as novidades e fuçar nas postagens antigas…

Numa dessas “expedições”, achei um Pumpkin Spice Bread - Pão de Abóbora com Especiarias! Fiquei doida pra fazer!

E fiz! Se a Cris não se zangar comigo, fiz algumas modificações, mais acréscimos do que modficações, na verdade…

Vou postar a receita dela e colocar os meus adendos em vermelho, ok?

Vamos lá?

Pumpkin Spice Bread - Pão de Abóbora com Especiarias
Adaptada da revista Cottage Living - 11/2006

1 1/2 de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
3/4 colher (chá) de canela em pó
1/4 colher (chá) de gengibre em pó

1 pitada de noz moscada
1/4 cholher (chá) de cravo moído
(usei o mixer pra moer na hora)
1/2 xícara de chocolate meio amargo (coloquei 4 quadradinhos ralados)

1 1/3 xícara de açúcar (1/3 foi de açúcar mascavo)
1 pitada de sal
1/3 xícara de óleo de canola
1 xícara de purê abóbora cozida
1 ovo


1) Cozinhe no microondas por 10 minutos cerca de meio quilo de abóbora sem sementes (com casca) e raspe com uma colher ao término do cozimento polpa suficiente para uma xícara de purê. Reserve numa tigela grande. Aqui eu cozinhei na panela com água mesmo. Na hora de espremer retirei o excesso de líquido.
2) Em outra tigela, misture os seis primeiros ingredientes. Reserve.
3) Volte à tigela com a abóbora cozida e acrescente o açúcar, o sal, o óleo e o ovo. Bata com um mixer manual. Acrescente então os ingredientes secos e mexa bem.
4) Transfira a massa, que é bem espessa, para uma forma de bolo inglês média untada. Asse em forno pré-aquecido a 180°C por 45 minutos. Quando esfriar, guarde em recipiente fechado.

O meu não ficou tão bonito quanto o da Cris, mas o cheiro que ele exala parece que a gente está no Oriente! As especiarias fazem uma diferença…

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Não resisti e provei um pedaço com ele ainda morninho…

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Ficou uma delícia!!!

Cris, muito obrigada por “oferecer sua casa” para gente!

Kisses from me to you!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Almocim caprichadim só pra mim!

Olá, meus queridos gourmands!

Espero que estejam todos bem! Principalmente aqueles de BH (depois do temporal)!

Amigos,

Marido viajou e eu fiquei igual ao Kevin… Home Alone… Esqueceram de Mim! risos

Então, fui pesquisar na geladeira o que poderia fazer de almoço para a minha pessoa.

Resolvi fazer alho-poró regofado (só a parte verde) e couve-flor com creme de queijo (imitando o Fred, professor de MBA).

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Couve-flor com creme de queijo

Ingredientes

1 couve-flor média, já lavada, higienizada e cortada em buquês

2 xícaras de creme de leite fresco

1/2 cebola roxa repicada

150g de queijo meia-cura

50g de muzzarela ralada

50g parmesão

15ml de cachaça

sal, pimenta do reino, manteiga e noz moscada

Modo de fazer:

Coloquei os buquês de couve-flor em água fervente, com um pouco de sal, só o tempo de ficar ao dente. Reservei.

Refoguei a cebola na manteiga até ficar macia. Acrescentei a cachaça (não tinha vinho branco, Fred!), e deixei evaporar o álcool. Depois acrescentei o creme de leite fresco, os queijos e deixei derreter (em fogo médio). Assim, corrigi o tempero com sal, pimenta do reino moída na hora e noz moscada.

Feito isso coloquei a couve-flor num refratário, o creme de queijo por cima e salpiquei parmesão para gratinar no forno pré-aquecido.

Só sei que foi assim!

Servi com arroz a grega, o alho-poró refogado e uma carninha moída (que eu adoro).

Beijos gratinados a todos!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Vixe! soa quase…

Meus queridos comensais,

Boa noite a todos! Em especial ao meu querido primo carioca, Marmico, minha inspiração da vez!

Há alguns meses atrás ele me mandou um e-mail satirizando o meu interesse no alho-poró.

Ele, como bom cozinheiro, advogado e falastrão (que adoro de montão), me deu a dica de fazer uma Vichyssoise.

Segundo meu querido Wikipédia:

Vichyssoise is a thick soup made of puréed leeks, onions, potatoes, cream, and chicken stock. It is traditionally served cold, but can also be eaten hot.”

Ou seja: é uma sopa espessa, feita de alho-poró em puré, cebola, batata, creme de leite eo caldo de galinha. É tradicionalmente servida fria, mas também pode ser comido quente.

Ele mandou a receita dele e o modo de fazer. Eu, como vocês já conhecem, acabei por pesquisar e pedir opiniões de profissionais mais experientes do que eu… Não é Chef Cris Leite? Ainda vou fazer as suas!!!!

Vou colocar aqui a receita do Marmico e acrescentar, em vermelho, os meus toques, ok?

“Doure em um pouco de manteiga 1 alho porró grande em rodelas (a parte branca).
Manteiga!!! Margarina, jamais!!!
A seguir junte-se-lhe 3 a 4 (usei 5) batatas inglesas cruas cortadas em rodelas finas (cortei tão fininha que dava para ver do outro lado. Fiquei pensando o motivo… LÓGICO, SUA ANTA! Assim ela cozinha mais rápido!).
Uma vez dourada a batata e o alho, apure o sal e um pouco de pimenta do reino (coloquei um pouco daquele meu tempero caseiro), adicionando 1 litro e meio de água fervente e 1 cubo de Knorr de galinha, reduzindo o fogo,
tampando parcialmente a panela e deixando cozer por volta de 20 a 25 minutos (até que a batata desmanche-se). Deixe esfriar (não deixei esfriar não!).
Uma vez frio, bater no liquidificador (usei o mixer na própria panela!), despejando numa tigela funda de pyrex.
Já na tigela, com o auxílio de um fouet misture creme de leite fresco  (cerca de 1 xícara), (o de lata também fica
bom, mas sem o soro).
Ponha a gelar na geladeira (NÃO COLOQUEI NA GELADEIRA! USEI MEU LIVRE ARBÍTRIO PARA SERVIR QUENTE!) (não existe outro lugar para isso).
Servir como entrada (servi como refeição noturna! risos) gelada (QUENTE!) em cumbucas ou em chícaras daquelas de duas asas.”

Servi em prato fundo bunitim, acompanhado de fatias de pão de ervas e salsinha repicada.

Resultado? Olha só:

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Esse foi um jantarzinho especial que resolvi fazer pro marido… desejando boa viagem e boa sorte na prova!

Bisous à vous tous et surtout à mon mari!

PS: acho que ele gostou… repetiu 2 vezes…

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Crème brûlée de moranga com gengibre e vinho do porto

Meus queridos comensais!

Comment êtes-vous? J'espère que vous êtes bon et affamés!

Gente! Hoje enlouqueci de vez…

Recebi pela internet um arquivo com várias receitas do Edu Guedes…

E uma das receitas me chamou a atenção: Flan de abóbora ao caramelo… mas, para variar, mudei algumas cositas

Os ingredientes originais vou colocar em vermelho para vocês verem, ok?

Ingredientes:

1 xícara de chá de abóbora cozida e amassada

1 xícara de chá de leite de côco (leite integral)

1 xícara de chá de creme de leite

6 ovos

1 xícara de chá de açúcar

2 colheres de chá de essência de baunilha

1 pedaço pequeno de gengibre ralado (esse acrescentei por minha conta)

1/2 colher de chá de sal

1/2 xícara de chá de vinho do porto (conhaque)

Modo de fazer:

Em uma vasilha, misture a abóbora amassada, o leite de côco e o creme de leite até que fique homogêneo. Reservar. Em outra vasilha, bata os ovos com metade do açúcar, a essência de baunilha e o sal até que fique cremoso. Acrescente a 1ª mistura e mexa bem. Depois coloque, aos poucos, o vinho do porto e misture.

Coloque o creme em um refratário de 22cm de diâmetro e leve ao forno médio, pré-aquecido, em banho-maria, por mais ou menos 1 hora. Retire do forno e deixe esfriar.

Em uma panela faça um caramelo com o restante do açúcar e espalhe sobre o flan e leve à geladeira por 3 horas ou até gelar.

Gente! Ficou com uma carinha de Crème brûlée do Paraguai!!!! Olha só:

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Ele ficou super suave, não muito doce e com vinho do porto um pouco mais acentuado.

Acho até que poderia entrar uma latinha de leite condensado…

Veremos no próximo!

Assim, Salute a todos!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Homenagem ao saudoso Luiz Gonzaga! Baião de dois!

Baião de Dois / Baião

Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira

Capitão que moda é essa       
Deixe a tripa e a cuié
Homem não vai na cozinha
Que é lugar só de mulhé
Vô juntá feijão de corda
Numa panela de arroz
Capitão vai já pra sala
Que hoje tem baião de dois
Ai, ai, ai
Ai baião que bom tu sois
Ó baião é bom sozinho
Que dirá baião de dois

 

Bom dia, meus comensais queridos!

O ritmo de hoje é da sanfona!

Vou contar o motivo…

Há alguns dias ganhei um tanto de feijão de corda e fiquei pensando no que fazer do danado…

Pesquisei, pesquisei, pesquisei e resolvi fazer o famoso Baião de Dois! Comida típica do sertão do nordeste e minha homenagem ao nosso querido Luiz Gonzaga, que o transformou em música!

Vi váaaaariasssss receitas diferentes… e, como sempre, resolvi fazer a minha própria!

Ingredientes:

2 xícaras de chá de arroz

2 xícaras de chá de feijão de corda

250g de carne de sol desfiada

100g de paio

1/2 cebola em julienne

4 dentes de alho laminados

50g de queijo coalho ralado

manteiga de garrafa QB (quanto baste)

salsinha repicada

sal

molho de pimenta

1 folha de louro

Modo de fazer:

Coloque o feijão de corda de molho na véspera, e armazene na geladeira. No dia seguinte, jogue fora a água em que ele ficou de molho, e coloque para cozinhar, em panela aberta, com água até cobrir, com um dente de alho descascado e uma folha de louro. Deixe cozinhar até ficar al dente.

Enquanto isso, cozinhe o arroz como você já faz normalmente. Tome cuidado para não deixá-lo “unidos venceremos”! Porque ele ainda vai voltar para a panela!

Cozido o feijão, reserve. Numa panela grossa (essa eu ganhei da Tutu!!!!!!!), coloque manteiga de garrafa e o paio picado em cubos. Assim que estes ficarem fritinhos adicione a cebola e o alho e refogue bem. Aqui, eu coloquei um pouquinho daquele temperinho caseiro que faço aqui em casa e molho de pimenta. Em seguida acrescente o feijão, sem o caldo. Refogue mais um pouco. Depois acrescente a carne de sol desfiada (que já foi previamente dessalgada e cozida na panela de pressão). Refogue bem e acrescente o arroz. Mexa com cuidado para incorporar os ingredientes, acrescente a salsinha repicada e desligue o fogo. Junte o queijo, misture e tampe a panela por alguns minutos.

UFA! Tá pronto!

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Servi com uma couvezinha refogada também na manteiga e uma saladinha de alface e tomatinho cereja!

Como dizia Luiz Gonzaga: “Olha isso aqui tá muito bom, isso aqui tá bom demais!

Gentemmmmm, não se esqueçam de corrigir o sal…

As outras receitas que achei variavam tanto de ingredientes quanto de modo de fazer… vou deixar aqui dois links para que vocês possam ver as diferenças, ok?

http://tvtem.globo.com/culinaria/receita.asp?EditoriaID=25&codigo=3146

http://cybercook.terra.com.br/baiao-de-dois.html?codigo=789

Então, meus amigos, beijos “de arrasta pé” para todos vocês!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Uai… num é que deu certo?

Meus queridos amigos!!!!

Saudades temperadas de vocês!!!

Desculpem a ausência, mas o MBA tem tomado bastante do meu tempo, do meu folego e dos meus neurônios!!!!

Amigos, vocês conhecem o Rodrigo Oliveira? Do Restaurante Mocoto?

Gente! Ele é o máximo!!! Esses dias assisti um vídeo onde ele ensinava a fazer Dadinhos de Tapioca com Queijo Coalho

Pareceu super fácil… então eu e a Tucha resolvemos fazer!

Usamos:

1 litro de leite integral

500 g de queijo de coalho ralado

500 g de farinha de tapioca

sal

pimenta do reino branca

Fizemos:

Deixamos o leite integral ferver, desligamos o fogo e, com ele ainda quente, fomos acrescentando, aos poucos, a farinha de tapioca e depois o queijo coalho ralado. Sempre mexendo bem. Colocamos sal e pimenta a gosto.

Assim que ele começou a tomar corpo (porque foi esfriando), despejamos essa massa numa assadeira forrada com plástico filme, e depois cobrimos. Colocamos na geladeira por umas 3 horas. Depois é só retirar da assadeira e cortar em cubinhos do seu tamanho preferido e colocar para fritar em imersão, de pouco em pouco, senão ele gruda.

Servir com um bom molho de pimenta!

E voilá!

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Ó! É de lamber os beiços! E rende muiiiiiiiiiiiiiito!

Beijos aos Rodrigo Oliveira por compartilhar com a gente essa maravilha!

Beijos tenperados a todos!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

deLeite de encontro!

Bom dia, meus queridos amantes do garfo!

Gente! Deixa eu falar pra vocês!

Tô inchada! Tô arrebentando! Tô explodindo!

NÃO GENTE! NÃO É DE GORDA NÃO! risos

É de felicidade e satisfação!

Esse fim de semana fiquei conhecendo a Chef Cris Leite!

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Sabem como isso começou? No Twitter!

Ela mandou uma mensagem falando que estava vindo para BH… daí a “entrona” aqui resolveu avisar que em BH estava chovendo, meio nublado, etc… Falei também que ela não poderia perder a visita ao Mercado Central, e (olha só a cara de pau da titia aqui…), comer o meu pão de queijo especial…

Vocês acreditam que ela respondeu falando que ia me ligar quando chegasse aqui? A tímida aqui quase morreu! A minha sorte é que a Nathália (@NathaliaMSM), minha amiga do MBA, estava acompanhando tudo e entrou no meio da coisa! Combinamos então de almoçarmos juntas no Mercado Central, no Casa Cheia!

Ó! Foi um deLeite de encontro! Ela é um docinho, super fera no que faz! E, especialmente, mega pé no chão, gente!

Olhem as fotos que tiramos das comidas e do encontro:

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Foi muito legal, gente! Chef Cris Leite é uma pessoa super querida!

Valeu demais!

Beijos cariocados a todos!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dê-me um limão e eu faço uma limonada!

Meus queridos amigos do garfo,

Como vão vocês? Aproveitando o feriado?

Eu, além de fazer minhas encomendas de pão, PDQ e muffin/cupcake, resolvi aproveitar o que tinha na geladeira…

Semana passada o Sérgio, amigo do Davi, esteve aqui em casa para estudar e nos trouxe de presente uma sacola cheia de jaboticabas… Agradeci, meio sem graça, mas lavei algumas e deixei os meninos comendo enquanto estudavam…

O motivo do sem graça? Já comi TANTA das pretinhas quando pequena que hoje não aguento nem ver! Mas só a fruta! Amo a geléia e o licor!

Quando éramos crianças, na casa da N. S. do Carmo, onde moravam as salgadeiras tia Lili, vovó Patucha e bisavó Elvira, tinha um pé de jabotibaca ENORME, onde nós, netos e bisnetos, passávamos o dia inteiro comendo as frutinhas… a comilança foi tanta que enjoei…

Mas, como acho um horror desperdiçar as coisas, e Sérgio nos deu com tanto carinho, resolvi tentar fazer geléia (o que já tinham me dito que é um trabalho só fazer…)

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Bom, lavei e higienizei todas. Depois parti ao meio uma por uma e coloquei numa panela. Cobri de água. Deixei cozinhar em fogo médio até a casca ficar macia e o “caldo” um pouco grossinho. Depois passei tudo por uma peneira e,  o caldo medi quantos mls deram. Usei a mesma medida de açúcar cristal. Coloquei tudo de volta na panela, acrescentei suco de meio limão, dois cardamomos e deixei cozinhar em fogo baixo por uns 30 minutos. Ele, à princípio, fica “ralo” mesmo, mas quando esfria, já dentro do vidro, ele adquire a consistência certa.

Quer ver?

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Puxa… quebrei mais uma barreira!

Beijos lambusados a todos e, mais uma vez, obrigada Sérgio por me fazer relembrar da minha infância!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Bolo de carne da Cidinha, “desconstruído”

Olá meu queridos amigos do garfo!

Como vão?

Hoje resolvi fazer um agradinho pro marido… fazer um almocinho com cara de domingo, sabe?

Lembrei do Bolo de Carne Moída que aprendi com a Chef Cidinha Lamounier, quando fiz meu 1º curso no Senac!

Olha ele aí no forno!

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Vou contar pra vocês a receita original da Cidinha e, em vermelho a minha “desconstrução” (por pura falta de ingredientes…):

600 gramas de carne moída, onde 300 gr são de boi e 300 gr são de porco (usei só de boi)

1/2 pacote de sopa de cebola (usei aquele tempero caseiro que fiz, cebola e alho repicado, noz moscada ralada, pimenta do reino moída na hora, canela, orégano)

aveia

1 ovo

bacon em fatias finas (só tinha em fatias grossas)

Misturar a carne com todos os temperos, a aveia, o ovo e dar ponto. Forrar uma forma de bolo inglês com o bacon em fatias no sentido da largura e não do comprimento. Colocar metade da carne e apertar. Rechear com o que quiser (eu coloquei queijo provolone). Colocar o restante da carne e “fechar” com as sobras das pontas das fatias do bacon. Colocar papel alumínio na forma e assar, em banho-maria, por 30 minutos em forno pré-aquecido. Depois desinformar o bolo, com cuidado, e voltá-lo para o forno para que o bacon fique crocante, uns 15 a 20 minutos.

Servi com arroz branco com salsinha, feijãozinho vermelho que adoro, uma farofinha de cebola e abobrinha refogada.

Ficou uma delícia!

Beijos “desconstruídos” a todos e obrigada Cidinha pela receita!